Não foi fome, foi o homem; nem tudo se resolve à marretada!
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A circuncisão denunciou-os; que os Marretas nunca tenham que chorar os filhos dos outros.
O post não era uma blague, é pena, pois há outros que merecem ser lidos.
Caro Statler
Respondo ao teu (agradeço o “tetuar”) comentário no post para evitar rectificar em privado o que afirmei em público. Não me são devidas desculpas, infelizmente quem as merece já cá não está; agradeço no entanto a dignidade da tua postura. Acredita que me delicio com muitos dos vossos posts que vejo como brilhantes. Terá sido, como dizia a Tati, humor negro e infeliz. Acredito, também, ter sido ontem iluminado por um excesso de conservadorismo que não tenho. Por vezes, os limites do nosso discernimento não se compadecem com a diferença.Tant pis! A minha leitura foi uma hipérbole. Mais difícil do que reconhecer a vitória é aceitar a derrota, e tenho de reconhecer que dar a face não é prática do mundo luso e, só por isso, parabéns.
(Nota: não sou Hebreu)
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