“Amo-te!”
A carga que ela oferece, a entrega a que obriga, a liberdade que se perde ao reconhecer-se a vulnerabilidade de sentimentos perante outro, fez dela mito almejado no ouvir mas não no dizer.
Se a relação for filial a palavra surge natural e com a certeza de ser incondicional e eterna. Um Pai não escolhe um filho e vice-versa; esta dávida é uma bênção que se aceita e defende. Sangue do nosso sangue! Contudo, se a relação for escolhida ela torna-se um acto de vontade. E aqui, meus amigos, a verdade que ela oferece terá a força da nossa convicção. Perder a liberdade por algo maior aceitando as limitações do outro numa cumplicidade sem reservas é hoje raro, muito raro. Felizes aqueles que a perderam, só eles sabem porquê.
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Duas mãos, um corpo.
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