Tentei importar este Blogue para o Wordpress. A ideia era ver as novas potencialidades deste hoster de bloguers. O resultado está à vista. Não conseguiu importar e rescreveu o meu código! Peço desculpa pela aparência, vou demorar algum tempo para recuperar tudo... *#@$%*
P.S. O problema está sanado. Resolvi mudar o visual, espero que gostem.
Não são permitidos animais: chatos, pessimistas, arrogantes, acéfalos ou outro tipo de parasitas...
segunda-feira, setembro 25, 2006
domingo, setembro 24, 2006
Obrigado
Três anos a blogar neste cantinho. Umas centenas de milhar de visitas, umas dezenas de milhar de comentários, riso, cumplicidade, desabafos, um pouco de tudo. Mas o que interessa é dizer-vos que tive sempre vontade de escrever e de responder aos vossos comentários. Venham sempre, sem vós isto não teria piada nenhuma, se isto fosse um monólogo há muito que teria acabado. Por isso, e foi muito, um grande abraço a todos!

Eu, vós e os outros!

Eu, vós e os outros!
sexta-feira, setembro 22, 2006
Two days
Um fim-de-semana são dois dias, os outros também...

Segredos da Vitória
Acompanha a imagem com esta música e anima o fim-de-semana com esta (clicar em sensitivity), mas na intimidade sente o ritmo desta.´
Se passeares de carro verifica a suspensão, mas chegado a casa desliga o telefone!

Segredos da Vitória
Acompanha a imagem com esta música e anima o fim-de-semana com esta (clicar em sensitivity), mas na intimidade sente o ritmo desta.´
Se passeares de carro verifica a suspensão, mas chegado a casa desliga o telefone!
O que vou dizendo por aí
Somos o que escrevemos mas também o que comentamos. Inicio aqui uma nova rubrica que me dará muito pouco trabalho, razão suficiente para a adoptar!

Saramago: No divertido blogue da Gotinha entrei em disputa sobre o Saramago, i.e sobre o "Serei amargo?"
Gabo-te a paciência. Respeito o facto de gostares dele, mas deixa-me dizer-te o que sinto. A esmagadora maioria das pessoas com que falo, talvez seja um problema de analfabetismo dos meus conhecidos, não gosta do Saramago.
Eu confesso-te: li o Memorial do Convento com esforço e deixei a Jangada de Pedra pelo caminho. Detesto o estilo, desculpa, mas é difícil ler Saramago quando se tem, por exemplo, um Eça ou um Lobo Antunes na estante.
Sou apaixonado por literatura, a nossa e a dos outros, compro livros quase compulsivamente, mas há muito que aprendi que devo fazer o que gosto. Acho-o imaginativo, sim, mas de resto é uma estopada.
Como a maioria das pessoas reage como uma manada, para onde vai um vão todos, e porque sei que o Saramago recebeu o Nobel mais por pressão política do que por qualidade literária, estou à vontade para ir contra tudo o que aqui foi escrito.
O Saramago é uma "merda"; posso dizê-lo pois comprei dois livros; lucrou ele comigo e eu não lucrei nada com ele!
Agora podem "cascar-me" pois sou homem de convicções fortes!
P.S. E não, não sou católico nem tenho afiliação partidária!
Souto Moura: O Blasfémias parodia as conclusões do famoso envelope 9. Eu juntei-me à festa!
Souto Moura sai como entrou, a montanha pariu um rato! Mas não foi um rato qualquer, foi o primeiro a ter medo de elefantes...
Furacão Gordon: Passei pelo blogue Mar Salgado, um blogue que já foi mais plural. O post criticava a histeria dos Media a propósito do furacão Gordon. A minha resposta foi frontal, mas não compreendida.
Não posso estar mais em desacordo! O bom-senso dita que mais vale prevenir do que remediar. A história recente já nos deu vários exemplos; a não utilização da informação atempada japonesa sobre o Tsunami que ceifou cerca de 300.000 vidas, o descrédito da população de New Orleans sobre o perigo do Katrina, e outros exemplos que se poderiam enumerar. Felizmente o Furacão não teve consequências humanas, embora as houvesse materiais. Os açorianos, esses, já estão habituados a catástrofes e agradecem a ajuda.
A meteorologia não é uma ciência exacta, mas utiliza técnicas científicas para predizer o acaso. Passa-me o mesmo com a psicologia, mas não é por isso que deixam de dar consultas! ;)
Sabes, podemos aferir o grau de desenvolvimento de um País pela sua capacidade de reacção a uma catástrofe. Falo aqui da antecipação, mecanismos de prevenção e de apoio nas dimensões da protecção civil, saúde, infra-estruturas, meios de comunicação (não só os media), solidariedade social, etc. Pensando bem, nem estivemos mal!
Caricatura: Ganhei um prémio no blogue cáustico de O Vizinho e agora tenho de lhe fazer um post. Aceitam-se ideias. O galardão veio de um pedido de título para uma foto do Sítio na Nazaré, onde se via uma bancada com frutos secos e uma mulher, com as sete saias, tombada para trás numa cadeira a dormir.
Frutos secos, o da Nazarena também!

Saramago: No divertido blogue da Gotinha entrei em disputa sobre o Saramago, i.e sobre o "Serei amargo?"
Gabo-te a paciência. Respeito o facto de gostares dele, mas deixa-me dizer-te o que sinto. A esmagadora maioria das pessoas com que falo, talvez seja um problema de analfabetismo dos meus conhecidos, não gosta do Saramago.
Eu confesso-te: li o Memorial do Convento com esforço e deixei a Jangada de Pedra pelo caminho. Detesto o estilo, desculpa, mas é difícil ler Saramago quando se tem, por exemplo, um Eça ou um Lobo Antunes na estante.
Sou apaixonado por literatura, a nossa e a dos outros, compro livros quase compulsivamente, mas há muito que aprendi que devo fazer o que gosto. Acho-o imaginativo, sim, mas de resto é uma estopada.
Como a maioria das pessoas reage como uma manada, para onde vai um vão todos, e porque sei que o Saramago recebeu o Nobel mais por pressão política do que por qualidade literária, estou à vontade para ir contra tudo o que aqui foi escrito.
O Saramago é uma "merda"; posso dizê-lo pois comprei dois livros; lucrou ele comigo e eu não lucrei nada com ele!
Agora podem "cascar-me" pois sou homem de convicções fortes!
P.S. E não, não sou católico nem tenho afiliação partidária!
Souto Moura: O Blasfémias parodia as conclusões do famoso envelope 9. Eu juntei-me à festa!
Souto Moura sai como entrou, a montanha pariu um rato! Mas não foi um rato qualquer, foi o primeiro a ter medo de elefantes...
Furacão Gordon: Passei pelo blogue Mar Salgado, um blogue que já foi mais plural. O post criticava a histeria dos Media a propósito do furacão Gordon. A minha resposta foi frontal, mas não compreendida.
Não posso estar mais em desacordo! O bom-senso dita que mais vale prevenir do que remediar. A história recente já nos deu vários exemplos; a não utilização da informação atempada japonesa sobre o Tsunami que ceifou cerca de 300.000 vidas, o descrédito da população de New Orleans sobre o perigo do Katrina, e outros exemplos que se poderiam enumerar. Felizmente o Furacão não teve consequências humanas, embora as houvesse materiais. Os açorianos, esses, já estão habituados a catástrofes e agradecem a ajuda.
A meteorologia não é uma ciência exacta, mas utiliza técnicas científicas para predizer o acaso. Passa-me o mesmo com a psicologia, mas não é por isso que deixam de dar consultas! ;)
Sabes, podemos aferir o grau de desenvolvimento de um País pela sua capacidade de reacção a uma catástrofe. Falo aqui da antecipação, mecanismos de prevenção e de apoio nas dimensões da protecção civil, saúde, infra-estruturas, meios de comunicação (não só os media), solidariedade social, etc. Pensando bem, nem estivemos mal!
Caricatura: Ganhei um prémio no blogue cáustico de O Vizinho e agora tenho de lhe fazer um post. Aceitam-se ideias. O galardão veio de um pedido de título para uma foto do Sítio na Nazaré, onde se via uma bancada com frutos secos e uma mulher, com as sete saias, tombada para trás numa cadeira a dormir.
Frutos secos, o da Nazarena também!
terça-feira, setembro 19, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
Guerra Santa
Porque será que Radovan Karadzic e Ratko Mladic continuam a monte numa Sérvia cristã? Quem protege Bin Laden num qualquer país muçulmano?
A fé sobrepõe-se a qualquer lógica e justifica os meios. O sacrifício máximo faz parte da cartilha ou não fosse o além o engodo sugerido.
Vivemos tempos de modernidade, de globalização, onde o transcendente continua a superar o real. Os milénios vieram dar razão àqueles que encontraram nesta fraqueza a razão da sua subsistência. Não há maior poder!

Guerra Civil, Salvador Dali
P.S. Um som que nada tem a ver com o tema, mas que desperta os sentidos!
A fé sobrepõe-se a qualquer lógica e justifica os meios. O sacrifício máximo faz parte da cartilha ou não fosse o além o engodo sugerido.
Vivemos tempos de modernidade, de globalização, onde o transcendente continua a superar o real. Os milénios vieram dar razão àqueles que encontraram nesta fraqueza a razão da sua subsistência. Não há maior poder!

Guerra Civil, Salvador Dali
P.S. Um som que nada tem a ver com o tema, mas que desperta os sentidos!
terça-feira, setembro 12, 2006
Scratch from SCRAT!
Face ao sucesso do post anterior, fiquem lá com esta barrigada!
Have a good time!
I believe I can fly!
A ganância continua!
Piranha para que te quero?
A tragédia continua!
O paraíso não está ao alcance de todos!
Versão francesa para adultos!
Have a good time!
I believe I can fly!
A ganância continua!
Piranha para que te quero?
A tragédia continua!
O paraíso não está ao alcance de todos!
Versão francesa para adultos!
And now for something completely different!
segunda-feira, setembro 11, 2006
9/11
O Mundo mudou; a democracia ganhou alguns tiques das tiranias, o fundamentalismo acentuou a sua diferença. Menos liberdade para todos, portanto!
sexta-feira, setembro 08, 2006
Piadinha
O que uma mulher não suporta no seu homem, mas não suporta mesmo, é ele não ter sido o primeiro*!
* Leia-se, "a primeira escolha".

Sim, tu!
P.S. Esperam-se reacções demolidoras!
Este post resultou deste vídeo! Imprescindível ver!
* Leia-se, "a primeira escolha".

Sim, tu!
P.S. Esperam-se reacções demolidoras!
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Só à chapada!
Os políticos cansam-me. Mas o que me irrita, aquele formigueiro que só resolvemos com um par de lambadas, é ouvir um político eloquente a utilizar a sua inteligência invulgar para o mais desprezível dos raciocínios, a demagogia!
Não tenho apreço pelo Jorge Coelho, de quem se questiona a integridade, mas hoje venho em sua defesa porque o óbvio deve ser aceite como verdade inquestionável.
O personagem, que não deixa de ser uma criatura afável, respondia a Pacheco Pereira, homem de cultura e inteligência ímpar, justificando os dados publicados sobre os incêndios que grassaram este ano no país. Pacheco Pereira surgia demolidor; as medidas foram exageradamente propagandeadas, o planeamento estava errado, a eficácia foi baixa e, para concluir o êxtase, a desgraça deveu-se a tudo isso, a um governo que não ouve e governa mal.
Não discuto a qualidade da política, mas posso falar da eficiência e eficácia da operacionalização da mesma. Não sendo político, muito menos socialista, sinto-me à vontade para o fazer.
Assim, Jorge Coelho afirmava, “nos últimos 5 anos a média ardida foi cerca de 150.000 hectares, sendo a deste ano de 55.000”. Dizia ainda que este ano foi mais húmido devido a um inverno rigoroso, razão que justificava em parte estes números, mas que não se podia deixar de se considerar os novos incentivos dos bombeiros, nem a primeira força de acção, a GNR, que contribuiu para debelar muitos focos de incêndio.
Pacheco Pereira respondia que não, que era uma vergonha, que só não ardera mais porque o que haveria para arder já tinha ardido em anos anteriores.
Jorge Coelho, com muita bonomia, explicou que no ano passado houve cerca de 20.000 focos de incêndio contra os 18.000 deste ano, e que tinham ardido cerca de 300.000 hectares de floresta, razão bastante para se concluir da eficácia das forças de combate aos incêndios. Acrescentou que o novo plano de ordenamento das florestas irá potenciar esta eficácia, mas que os resultados do plano só se sentirão dentro de alguns anos.
Pacheco Pereira negava os dados e afirmava que a inoperância era tal que até ardera parte de um parque nacional, o da Peneda-Gerês. Jorge Coelho explicou-lhe que a manutenção da área ardida desse parque não era da competência do Estado já que pertencia a privados, mas não convenceu o arguente que teimava em defender a ineficácia das medidas e acções.
O que Pacheco não disse é que este ano foi o mais quente de sempre, com várias ondas de calor, nem se lembrou que no tempo de Durão ardeu parte do Pinhal de Leiria, esse sim um parque nacional da competência do Estado. A demagogia não é uma arma para um povo esclarecido, é sim um subterfúgio para a ilusão! Nisso, Pacheco foi mestre!
O que me decepciona é ver este homem de bem, que recusou tributos e outros privilégios, senhor de um raciocínio brilhante, refugiar-se no mais simples, naquilo que a sua consciência mais renega, forçar a inteligência com o absurdo, exercício abruptamente paradoxal.
Lembrei-me, de imediato, do State of the Union speech, discurso anual do presidente americano ao congresso onde este explicita o estado da nação e os objectivos para o próximo ano. Já vi alguns por saber que a política deste país influencia a de todos, mas o que mais me impressiona é ver a bancada da oposição, qualquer que seja o partido no governo, a bater palmas quando anui com o proposto, ou em silêncio quando discorda. Esta diferença é abissal e está na génese do povo, i.e. saber fazer uma crítica construtiva. Os nossos políticos estão a anos-luz desta mentalidade, eles e o povo! Quem poderá dizer que o português aplaude o adversário quando este tem o argumento? Ninguém!
É por tudo isto que me insurjo, por não ver capacidade nem vontade de se fazerem pactos da nação, nem em debates, nem em políticas. De facto, a política não é o futebol, não pode haver paixões cegas. Se assim for, somos nós que continuaremos a andar de bengala enquanto os outros no-la emprestarem!

Veados refugiam-se num ribeiro, também eles dependem de nós!
Não tenho apreço pelo Jorge Coelho, de quem se questiona a integridade, mas hoje venho em sua defesa porque o óbvio deve ser aceite como verdade inquestionável.
O personagem, que não deixa de ser uma criatura afável, respondia a Pacheco Pereira, homem de cultura e inteligência ímpar, justificando os dados publicados sobre os incêndios que grassaram este ano no país. Pacheco Pereira surgia demolidor; as medidas foram exageradamente propagandeadas, o planeamento estava errado, a eficácia foi baixa e, para concluir o êxtase, a desgraça deveu-se a tudo isso, a um governo que não ouve e governa mal.
Não discuto a qualidade da política, mas posso falar da eficiência e eficácia da operacionalização da mesma. Não sendo político, muito menos socialista, sinto-me à vontade para o fazer.
Assim, Jorge Coelho afirmava, “nos últimos 5 anos a média ardida foi cerca de 150.000 hectares, sendo a deste ano de 55.000”. Dizia ainda que este ano foi mais húmido devido a um inverno rigoroso, razão que justificava em parte estes números, mas que não se podia deixar de se considerar os novos incentivos dos bombeiros, nem a primeira força de acção, a GNR, que contribuiu para debelar muitos focos de incêndio.
Pacheco Pereira respondia que não, que era uma vergonha, que só não ardera mais porque o que haveria para arder já tinha ardido em anos anteriores.
Jorge Coelho, com muita bonomia, explicou que no ano passado houve cerca de 20.000 focos de incêndio contra os 18.000 deste ano, e que tinham ardido cerca de 300.000 hectares de floresta, razão bastante para se concluir da eficácia das forças de combate aos incêndios. Acrescentou que o novo plano de ordenamento das florestas irá potenciar esta eficácia, mas que os resultados do plano só se sentirão dentro de alguns anos.
Pacheco Pereira negava os dados e afirmava que a inoperância era tal que até ardera parte de um parque nacional, o da Peneda-Gerês. Jorge Coelho explicou-lhe que a manutenção da área ardida desse parque não era da competência do Estado já que pertencia a privados, mas não convenceu o arguente que teimava em defender a ineficácia das medidas e acções.
O que Pacheco não disse é que este ano foi o mais quente de sempre, com várias ondas de calor, nem se lembrou que no tempo de Durão ardeu parte do Pinhal de Leiria, esse sim um parque nacional da competência do Estado. A demagogia não é uma arma para um povo esclarecido, é sim um subterfúgio para a ilusão! Nisso, Pacheco foi mestre!
O que me decepciona é ver este homem de bem, que recusou tributos e outros privilégios, senhor de um raciocínio brilhante, refugiar-se no mais simples, naquilo que a sua consciência mais renega, forçar a inteligência com o absurdo, exercício abruptamente paradoxal.
Lembrei-me, de imediato, do State of the Union speech, discurso anual do presidente americano ao congresso onde este explicita o estado da nação e os objectivos para o próximo ano. Já vi alguns por saber que a política deste país influencia a de todos, mas o que mais me impressiona é ver a bancada da oposição, qualquer que seja o partido no governo, a bater palmas quando anui com o proposto, ou em silêncio quando discorda. Esta diferença é abissal e está na génese do povo, i.e. saber fazer uma crítica construtiva. Os nossos políticos estão a anos-luz desta mentalidade, eles e o povo! Quem poderá dizer que o português aplaude o adversário quando este tem o argumento? Ninguém!
É por tudo isto que me insurjo, por não ver capacidade nem vontade de se fazerem pactos da nação, nem em debates, nem em políticas. De facto, a política não é o futebol, não pode haver paixões cegas. Se assim for, somos nós que continuaremos a andar de bengala enquanto os outros no-la emprestarem!

Veados refugiam-se num ribeiro, também eles dependem de nós!
Bola Vermelha
Há programas interditos cujo teor pode chocar as mentalidades mais conservadoras. Contudo, a realidade ultrapassa a ficção e o homem consegue ir sempre mais além. Hoje aconteceu assim. Abri o Público na net e a notícia surgiu violenta, tanto, mas tanto que fiquei sem fôlego. Não, não podia ser. Como podem os profetas da virtude ser os vendilhões do templo? Nada mais fazia sentido! Sobretudo depois de se ouvir no final da peça que o Pinto da Costa não escolhe árbitros, “para ele, qualquer um lhe serve!”. Agora para o Benfica...

Qual destes dois apita mais alto? O do árbitro?
P.S. Desconfiem sempre dos pregadores da virtude, quem a tem não a anuncia nem denigre a dos outros! E sim, sou da Académica pelo coração e do FCP por formação! Não há melhor cocktail, carago!

Qual destes dois apita mais alto? O do árbitro?
P.S. Desconfiem sempre dos pregadores da virtude, quem a tem não a anuncia nem denigre a dos outros! E sim, sou da Académica pelo coração e do FCP por formação! Não há melhor cocktail, carago!
sexta-feira, setembro 01, 2006
Time to fly
Adoro viajar de avião. Oferecem-nos aeroportos com as maiores distracções para que os mais vacilantes dispersem o medo em compras de última hora. É um ritual diferente do das grandes superfícies. Aqui as compras são todas por impulso. E se não bastasse o nervosismo da viagem, chegava o check-in interminável e os controlos de segurança, onde é garantida uma massagem por guardas ciosos sempre que o apito anuncia algo na roupa que teima em não aparecer, para se perder a razão. Uma emoção, portanto. Depois vem a fila de embarque em que os mais inexperientes se apressam em garantir um lugar de vantagem embora os lugares sejam marcados. Outros, sentados, não deixam de sorrir perante tanta sofreguidão. Sucedem-se as explicações de segurança por hospedeiras convencidas que são mais do que empregadas de bar. Algumas crianças choram sem que isso afecte os pais. Dão-lhes lápis e livros para colorir, o objectivo está longe da distracção, prende-se antes com o sossego de todos. Aqui e ali lançam-se graçolas para desanuviar o ambiente, só isso explica que um padre possa ouvir atentamente os argumentos da eutanásia que um qualquer enfermeiro procura justificar. A refeição espartana é uma distracção e não busca a saciedade. Depois é esticar as pernas e perceber que a evolução do homem trouxe limitações que a ergonomia dos aviões teima em acompanhar. Ir aos lavabos é uma aventura digna da maior claustrofobia. Alguns poços de ar recordam-nos a nossa anatomia desconhecida. A aterragem é feita em silêncio piedoso como que a negar o regresso a chão firme. Na chegada, a recolha de bagagens liberta a ansiedade contida. Telemóveis nas mãos frenéticas, conversas sem nexo, amigos que se espantam por terem voado no mesmo voo sem se terem encontrado. Depois vem a razão do dia-a-dia. Carrinhos para transportar malas carregados com minudências, desespero por não se ter encontrado a mala numa viagem de fim-de-semana, excluídos a fumar a um canto escondido. Por fim a saída apoteótica pelo meio de agentes turísticos que esperam os clientes e de familiares chorosos ansiosos pelos seus distantes. A fila de táxis haverá de nos trazer à razão, nem que seja pela simpatia...

Bom fim-de-semana!

Bom fim-de-semana!
Mata Hari
Já é oficial! A sex-bomb que inflama o imaginário dos portugueses, e de algumas portuguesas, já tem site! Como diria o Sr. Cura: "Mulheres, tomai dela o exemplo!"

As primeiras reacções já se fizeram sentir!
Nota: agora quem cá vem por engano através da pesquisa da Carla Matadinho terá razões para não se sentir defraudado! Para os outros, os que aqui sempre vieram, não se escandalizem. Afinal não passa de um gesto promocional da Carla Matadinho; nada como tocar o imaginário dos homens!

As primeiras reacções já se fizeram sentir!
Nota: agora quem cá vem por engano através da pesquisa da Carla Matadinho terá razões para não se sentir defraudado! Para os outros, os que aqui sempre vieram, não se escandalizem. Afinal não passa de um gesto promocional da Carla Matadinho; nada como tocar o imaginário dos homens!
terça-feira, agosto 29, 2006
Paralaxe
Quem vê soutiens não vê mamas!

O soutien enaltece o nobre e protege o fraco!

O soutien enaltece o nobre e protege o fraco!
Ignaro
Cego do nada
tem vergonha no saber
sem nada mais ser
A minha primeira e última incursão no Haiku! Prefiro quebrar métricas e rimas.
A viagem durava e prometia
por estradas e caminhos tortuosos
e a auto-estrada ali ao lado!

Três versos: japão, natureza, mulher!
Nota: o haiku é um poema de três versos de origem japonesa, escrito em linguagem simples, sem rima, com dezessete sílabas poéticas (sendo cinco no primeiro verso, sete no segundo e cinco no terceiro). Assim, o haiku é a arte de dizer o máximo com o mínimo. Cada haiku capta um momento de experiência, um instante em que o simples subitamente revela a sua natureza interior e nos faz olhar de novo o observado, a natureza humana, a vida. (in Wikipedia)
tem vergonha no saber
sem nada mais ser
A minha primeira e última incursão no Haiku! Prefiro quebrar métricas e rimas.
A viagem durava e prometia
por estradas e caminhos tortuosos
e a auto-estrada ali ao lado!

Três versos: japão, natureza, mulher!
Nota: o haiku é um poema de três versos de origem japonesa, escrito em linguagem simples, sem rima, com dezessete sílabas poéticas (sendo cinco no primeiro verso, sete no segundo e cinco no terceiro). Assim, o haiku é a arte de dizer o máximo com o mínimo. Cada haiku capta um momento de experiência, um instante em que o simples subitamente revela a sua natureza interior e nos faz olhar de novo o observado, a natureza humana, a vida. (in Wikipedia)
quinta-feira, agosto 24, 2006
No sense beach
Um elefante foi à praia. Depois de se estender na toalha, o nadador-salvador aproximou-se e disse-lhe:
- Se for nadar não grite por mim!
O elefante mirou-o e murmurou:
- Descanse, estou só a bronzear-me nesta bonita toalha listrada...
O nadador-salvador retorquiu:
- Toalha? Isso é o toldo 127 e você vai dar-me um trabalhão para encontrar a família Silva!
Nisto ouve-se uma voz vinda debaixo da toalha:
- Nelo! Tira lá o elefante que nós damos-te a playstation!
O filho, que tinha escavado um buraco com 1 metro de diâmetro por 2 de profundidade junto a outro toldo, grita:
- Já vou, estou só a brincar com a avó que mergulhou na minha gruta!
Nisto surge um cavalheiro de charuto.
- Viram passar o meu Rottweiler?
O elefante pergunta-lhe:
- Como é o cão?
- Levava uma menina nos dentes!
- Ah! Acho que está ali perto daquele gang que está a assaltar o bar da praia.
O Nelo comenta:
- Espero que não levem os perna-de-pau, são os meus preferidos!
O elefante, já maçado com tanta prosápia, dispara:
- Importam-se de se afastar que me estão a tirar o sol?
- Se for nadar não grite por mim!
O elefante mirou-o e murmurou:
- Descanse, estou só a bronzear-me nesta bonita toalha listrada...
O nadador-salvador retorquiu:
- Toalha? Isso é o toldo 127 e você vai dar-me um trabalhão para encontrar a família Silva!
Nisto ouve-se uma voz vinda debaixo da toalha:
- Nelo! Tira lá o elefante que nós damos-te a playstation!
O filho, que tinha escavado um buraco com 1 metro de diâmetro por 2 de profundidade junto a outro toldo, grita:
- Já vou, estou só a brincar com a avó que mergulhou na minha gruta!
Nisto surge um cavalheiro de charuto.
- Viram passar o meu Rottweiler?
O elefante pergunta-lhe:
- Como é o cão?
- Levava uma menina nos dentes!
- Ah! Acho que está ali perto daquele gang que está a assaltar o bar da praia.
O Nelo comenta:
- Espero que não levem os perna-de-pau, são os meus preferidos!
O elefante, já maçado com tanta prosápia, dispara:
- Importam-se de se afastar que me estão a tirar o sol?
B&W
Um mês para o Outono, um mês para aproveitar o Verão!

Tombou cinzenta da mão cansada...

Tombou cinzenta da mão cansada...
quarta-feira, agosto 23, 2006
Lina, Adrena Lina
Uma moto é como uma mulher. Tem humores, tem uma beleza própria, dança numa condução sensual e não encontra obstáculos que a façam desistir da viagem. Está sempre presente nos pensamentos do dono e quando este fala dela não deixa de sorrir. Há sempre aventuras a relembrar, histórias sem fim. Será fácil a paixão? Para mim foi, ela foi-me sempre fiel!

A minha é mais recente... só mudou a maquilhagem!

A minha é mais recente... só mudou a maquilhagem!
Coerência
A vida ensinou-me a ser apartidário. A razão não é propriedade de ninguém em particular, mas sim de vários em matérias distintas. Contudo, não aprecio regimes totalitários, sejam eles de esquerda ou de direita. Razão maior para este meu comentário.
O partido comunista pediu ao presidente da câmara de Setúbal para se demitir. O homem obedeceu. Independentemente das razões que assistiram ao pedido do partido comunista, uma coisa é certa, este homem é leal!
Daniel Campelo do CDS-PP, Isaltino Morais e Joaquim Loureiro do PSD, Fátima Felgueiras do PS, são exemplos suficientes para nos lembrar que o pecado não tem cor. Um autarca é eleito pelos eleitores mas representa um partido. Tem de ser leal a ambos; deve servir e não servir-se!
Carlos de Sousa até pode pecar por outros defeitos, mas aqui foi um senhor. As palmas ficaram para aquela que o substituiu, num partido que pede o impossível e não reconhece o extraordinário.

Não o conheço, não simpatizo com a sua filiação partidária, mas faço-lhe a minha vénia!
O partido comunista pediu ao presidente da câmara de Setúbal para se demitir. O homem obedeceu. Independentemente das razões que assistiram ao pedido do partido comunista, uma coisa é certa, este homem é leal!
Daniel Campelo do CDS-PP, Isaltino Morais e Joaquim Loureiro do PSD, Fátima Felgueiras do PS, são exemplos suficientes para nos lembrar que o pecado não tem cor. Um autarca é eleito pelos eleitores mas representa um partido. Tem de ser leal a ambos; deve servir e não servir-se!
Carlos de Sousa até pode pecar por outros defeitos, mas aqui foi um senhor. As palmas ficaram para aquela que o substituiu, num partido que pede o impossível e não reconhece o extraordinário.

Não o conheço, não simpatizo com a sua filiação partidária, mas faço-lhe a minha vénia!
Bom dia

La Perla! Desde que Ava Gardner a imortalizou que as mulheres não lhe resistem... nem nós!
Um recuerdo para quem gosta de música!
segunda-feira, agosto 21, 2006
Recordatório
Quando regressarem de férias não se esqueçam de nada!

Depois das férias há sempre muitos animais abandonados...

Depois das férias há sempre muitos animais abandonados...
domingo, agosto 20, 2006
Escolar idade
A escola é a forma dos pais entreterem os filhos, dos professores se entreterem e do Estado nos entreter com um bode expiatório!
Bué de fixe! A Stôra faltou e o meu pai só me vem buscar às 6!

Querem ver o teste que saquei a semana passada da pasta da sôtora?
Nota: este post resulta de uma resposta minha a um comentário ao post anterior. A blague peca, por definição, pelo exagero. A escola, essa, está prestes a recomeçar e o entretenimento também...
Como ler a minha blague:
- A escola é a forma dos pais entreterem os filhos: os pais demitem-se de educadores quando os filhos estão na escola; quantos intervêm na escola?
- A escola é a forma dos professores se entreterem: quantos professores têm preparação para a função? Quantos queriam ser professores?
- A escola é a forma do Estado nos entreter com um bode expiatório: um problema mediático faz esquecer outro problema essencial. Há quanto tempo andamos a ouvir que o problema da cultura, da excelência nas profissões, da ética, etc. é da escola?
Bué de fixe! A Stôra faltou e o meu pai só me vem buscar às 6!

Querem ver o teste que saquei a semana passada da pasta da sôtora?
Nota: este post resulta de uma resposta minha a um comentário ao post anterior. A blague peca, por definição, pelo exagero. A escola, essa, está prestes a recomeçar e o entretenimento também...
Como ler a minha blague:
- A escola é a forma dos pais entreterem os filhos: os pais demitem-se de educadores quando os filhos estão na escola; quantos intervêm na escola?
- A escola é a forma dos professores se entreterem: quantos professores têm preparação para a função? Quantos queriam ser professores?
- A escola é a forma do Estado nos entreter com um bode expiatório: um problema mediático faz esquecer outro problema essencial. Há quanto tempo andamos a ouvir que o problema da cultura, da excelência nas profissões, da ética, etc. é da escola?
sexta-feira, agosto 18, 2006
Infantil idades
Durante uma visita ao Jardim Zoológico a professora resolveu fazer um jogo com lengalengas. Disse ao ouvido de uma criança:
- O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia!
A criança repetiu-a ao ouvido de outra, que também a repetiu ao ouvido de outra, e assim sucessivamente até a última a reproduzir com um sorriso inocente:
- O rato roeu a rata da girafa do rei da Rússia!

Garrafas à prova de rolhas!
Acompanhar a foto com esta estória:
Uma professora questionava um aluno do infantário:
- O que diz um pássaro a outro pássaro?
- Piu! Piu!
- O que diz um cão a outro cão?
- Béu! Béu!
- O que diz uma vaca a outra vaca?
- Quanto fizeste hoje?
Nota: ok, ok! Foi o que me veio à cabeça, "isto das férias" é o que dá!
- O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia!
A criança repetiu-a ao ouvido de outra, que também a repetiu ao ouvido de outra, e assim sucessivamente até a última a reproduzir com um sorriso inocente:
- O rato roeu a rata da girafa do rei da Rússia!

Garrafas à prova de rolhas!
Acompanhar a foto com esta estória:
Uma professora questionava um aluno do infantário:
- O que diz um pássaro a outro pássaro?
- Piu! Piu!
- O que diz um cão a outro cão?
- Béu! Béu!
- O que diz uma vaca a outra vaca?
- Quanto fizeste hoje?
Nota: ok, ok! Foi o que me veio à cabeça, "isto das férias" é o que dá!
terça-feira, agosto 15, 2006
Obesidade
Ela: perdi 80kg nestas férias!
Ele: como?
Ela: saíste de cima de mim...

Estou um palito...
Ele: como?
Ela: saíste de cima de mim...

Estou um palito...
Diga lá Sr. Contente
Uma amiga, que trabalha no Faial, falou-me no Portal dos Açores. Após breve leitura, deliciei-me com uma troca de mimos a propósito de uma notícia banal. Continuei a navegar e apercebi-me que o insólito era afinal a regra. No fundo, um portal democrático onde cada um pode dizer o que quer mesmo que não saiba o que diz. Deixo-vos aqui um “cheirinho”.
Notícia - A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas e a empresa municipal faialense Hortaludus assinaram quarta-feira, na cidade da Horta, um protocolo de colaboração com vista à criação de uma coudelaria.
Comentários por ordem cronológica:
Lino: Ora aqui está uma excelente notícia!!!
Milhafre3: Acho bem. Os burros estão em extinção e não conheço melhor clima do que o do Faial para a sua reprodução.
Lino: deixe-se disso ó milhafre3, provoca-me sono! Os Açores devem ou não ser um todo? Chamar burros aos faialenses ou a qualquer outro açoriano é uma demonstração clara de falta de autoestima desnecessária e que pode bem guardar para si.
Fernando: Ouça lá... Onde é que ouviu dizer que os burros estão em vias de extinção??? Cada vez há mais... Os que são papados e não dão por isso, e os que pensam que dão por isso e são papados...
Fausto: Olhe Fernando, os burros podem não ter desaparecido, mas o facto pior a observar aí no Faial é que os cornudos sempre foram abundantes por essas paragens. Agora estão a aumentar cada vez mais. Sugeria a criação de uma indústria de reciclagem de cornos.
Gajo da Horta: temos, de facto, de promover a reprodução dos burros no Faial para equilibrar com o número que existe noutras ilhas...desde que o fluxo de estudantes das outras ilhas para o Faial abrandou que estamos com défice destas alimárias.

Se me largam na Horta eu como tudo!
Notícia - A Secretaria Regional da Agricultura e Florestas e a empresa municipal faialense Hortaludus assinaram quarta-feira, na cidade da Horta, um protocolo de colaboração com vista à criação de uma coudelaria.
Comentários por ordem cronológica:
Lino: Ora aqui está uma excelente notícia!!!
Milhafre3: Acho bem. Os burros estão em extinção e não conheço melhor clima do que o do Faial para a sua reprodução.
Lino: deixe-se disso ó milhafre3, provoca-me sono! Os Açores devem ou não ser um todo? Chamar burros aos faialenses ou a qualquer outro açoriano é uma demonstração clara de falta de autoestima desnecessária e que pode bem guardar para si.
Fernando: Ouça lá... Onde é que ouviu dizer que os burros estão em vias de extinção??? Cada vez há mais... Os que são papados e não dão por isso, e os que pensam que dão por isso e são papados...
Fausto: Olhe Fernando, os burros podem não ter desaparecido, mas o facto pior a observar aí no Faial é que os cornudos sempre foram abundantes por essas paragens. Agora estão a aumentar cada vez mais. Sugeria a criação de uma indústria de reciclagem de cornos.
Gajo da Horta: temos, de facto, de promover a reprodução dos burros no Faial para equilibrar com o número que existe noutras ilhas...desde que o fluxo de estudantes das outras ilhas para o Faial abrandou que estamos com défice destas alimárias.

Se me largam na Horta eu como tudo!
segunda-feira, agosto 14, 2006
Campanha - Consigo no coração
Eu e a minha namorada precisamos muito de adrenalina. Eu comprei uma moto e ela um pacemaker.

Se te agarrares mais eu travo!
Nota: a minha modesta contribuição para os problemas de coração! A estória, essa, é ficcional... não sei bem onde?

Se te agarrares mais eu travo!
Nota: a minha modesta contribuição para os problemas de coração! A estória, essa, é ficcional... não sei bem onde?
domingo, agosto 13, 2006
Aprendiz de ignorante
Hoje dei comigo a olhar para o mar e a pensar, “afinal o que estou eu a ver?”. Alguém me sabe explicar cientificamente a diferença entre oceano, mar, lago, lagoa, rio, ribeiro e ribeira?
Quanto à diferença entre oceano e mar não aceito o argumento do tamanho! Sim, falamos de que tamanho? A partir de que dimensão um mar é oceano? Também não aceito as fronteiras dos oceanos pelas placas tectónicas, sabiam lá os nossos antepassados onde é que elas passavam no fundo dos mares!
Agora falemos da diferença entre mar e lago. Um e outro podem ser de água salgada ou de água doce. O mar de Aral, perto do mar Cáspio e enfiado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, é de água doce. Ah pois é! Bastou a acção do tempo para que glaciares e rios dessalinizassem as águas deste mar. O tamanho também não é argumento, o lago Baikal na Sibéria é maior do que o mar de Aral. Este "laguinho" tem só 20% de toda a água doce que corre à superfície do planeta!
Podemos dizer, e especulo, que os mares interiores, salgados ou não, foram isolados dos outros mares por deslocações dos continentes e que os lagos, ao invés, nunca estiveram em contacto com mares, resultando simplesmente de serem bacias onde desaguaram rios, glaciares e chuvas. Sei lá, estou perdido!
Lago e lagoa é uma destrinça que não existe no inglês que eu saiba. Será uma idiossincrasia portuguesa que gosta de dar um toque feminino ao belo? Será que um tem afluentes que o alimentam e a outra não? Não faço "puto ideia"!
Falemos do mais fácil, fazer a separação entre rio e ribeiro. Aqui pode haver o argumento do caudal, de facto. Mas digam-me, a partir de que momento é que um ribeiro passa a ser rio? Veja-se o caso do Mondego, maior rio nascido em Portugal, a partir de que coordenadas é que se considera rio? E antes desse momento que raio de nome tem o ribeiro? Sabem?
Quanto à diferença entre ribeiro e ribeira... deve ser um problema de quotas, e não, não falo das geodésicas mas sim das parlamentares...
Depois de tanto “parlapié” fiquei com sede! Vai um copito "d'água"? E agora vou descansar antes que me Ria... Ah! Essa é fácil e vocês também sabem!

E da Gotinha se fizeram oceanos, mares e outras inundações!
Acompanhar a foto com esta estória:
Diz o lago pr'a ribeira - Aguenta-te c'u ribeiro qu'a minha parece uma lagoa!
Quanto à diferença entre oceano e mar não aceito o argumento do tamanho! Sim, falamos de que tamanho? A partir de que dimensão um mar é oceano? Também não aceito as fronteiras dos oceanos pelas placas tectónicas, sabiam lá os nossos antepassados onde é que elas passavam no fundo dos mares!
Agora falemos da diferença entre mar e lago. Um e outro podem ser de água salgada ou de água doce. O mar de Aral, perto do mar Cáspio e enfiado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, é de água doce. Ah pois é! Bastou a acção do tempo para que glaciares e rios dessalinizassem as águas deste mar. O tamanho também não é argumento, o lago Baikal na Sibéria é maior do que o mar de Aral. Este "laguinho" tem só 20% de toda a água doce que corre à superfície do planeta!
Podemos dizer, e especulo, que os mares interiores, salgados ou não, foram isolados dos outros mares por deslocações dos continentes e que os lagos, ao invés, nunca estiveram em contacto com mares, resultando simplesmente de serem bacias onde desaguaram rios, glaciares e chuvas. Sei lá, estou perdido!
Lago e lagoa é uma destrinça que não existe no inglês que eu saiba. Será uma idiossincrasia portuguesa que gosta de dar um toque feminino ao belo? Será que um tem afluentes que o alimentam e a outra não? Não faço "puto ideia"!
Falemos do mais fácil, fazer a separação entre rio e ribeiro. Aqui pode haver o argumento do caudal, de facto. Mas digam-me, a partir de que momento é que um ribeiro passa a ser rio? Veja-se o caso do Mondego, maior rio nascido em Portugal, a partir de que coordenadas é que se considera rio? E antes desse momento que raio de nome tem o ribeiro? Sabem?
Quanto à diferença entre ribeiro e ribeira... deve ser um problema de quotas, e não, não falo das geodésicas mas sim das parlamentares...
Depois de tanto “parlapié” fiquei com sede! Vai um copito "d'água"? E agora vou descansar antes que me Ria... Ah! Essa é fácil e vocês também sabem!
E da Gotinha se fizeram oceanos, mares e outras inundações!
Acompanhar a foto com esta estória:
Diz o lago pr'a ribeira - Aguenta-te c'u ribeiro qu'a minha parece uma lagoa!
quarta-feira, agosto 09, 2006
Socor...
Ando cansado, mas tão cans...

Se eu adormecer... não me acordem!

Se eu adormecer... não me acordem!
A barata sai cara
Uma barata falava com um dinossauro.
- Se me pisares eu morro...
- Sou demasiado grande para me preocupar contigo!
Nisto, o dinossauro reparou numa nuvem preta que se aproximava a uma velocidade estonteante e comentou:
- Sabes, eu consigo ver o horizonte...
A onda de calor varreu a planície. Dos dinossauros não resta maior memória do que os fósseis, das baratas...

Are you talking to me?
- Se me pisares eu morro...
- Sou demasiado grande para me preocupar contigo!
Nisto, o dinossauro reparou numa nuvem preta que se aproximava a uma velocidade estonteante e comentou:
- Sabes, eu consigo ver o horizonte...
A onda de calor varreu a planície. Dos dinossauros não resta maior memória do que os fósseis, das baratas...

Are you talking to me?
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