sábado, dezembro 11, 2004

dESPERtAR

Acordei e com os primeiros raios de luz a imagem vai ficando mais nítida ...


Astérix & Matrix

Mais um fim-de-semana ...


Première

Apresento-vos o próximo governo de coligação. Tal como o anterior ... vai durar pouco!


And the party goes on! Clap your hands! Ladies night! Yeah!

Confesso que tentei colocar uma foto do Louçã a sorrir. Foi a que arranjei; reclamações para louca@blocodeesquerda.pt


KARAOKE

We are family
(Sister Sledge)

(CHORUS)
We are family
I got all my sisters with me
We are family
Get up ev'rybody and sing

Ev'ryone can see we're together
As we walk on by
(FLY!) and we fly just like birds of a feather
I won't tell no lie
(ALL!) all of the people around us they say
Can they be that close
Just let me state for the record
We're giving love in a family dose

(CHORUS x2)

Living life is fun and we've just begun
To get our share of the world's delights
(HIGH!) high hopes we have for the future
And our goal's in sight
(WE!) no we don't get depressed
Here's what we call our golden rule
Have faith in you and the things you do
You won't go wrong
This is our family Jewel

(REPEAT CHORUS TO FADE)


sexta-feira, dezembro 10, 2004

Comunicado

O presidente perdeu a oportunidade soberana de dar à data das eleições a simbologia que ela necessita. Eu, pessoalmente, preferia o 1 de Abril!



O Gepeto também não sabia que tinha criado um ...

Passe-partout

Homens na cidade - 3

(posts prévios: HNC1, HNC2)

Estavam agora frente-a-frente. Rui, mais distante, perdia-se nas memórias do início. Como era estranho admitir que não restava mácula e, contudo, traíra um amigo. Olhou-a demoradamente como se um dedo seu percorresse um corpo por demais conhecido. Ela, num movimento estudado, levanta a cabeça e diz-lhe “É isto que queres?”. Na mão a folha aparecia agora amarrotada, o poema ferira-lhe a alma. Os olhos humedecidos denunciaram o desgosto, ela amava-o.

Rui mirou o lago. O reflexo da São perdia-se na pequena ondulação que a brisa provocava. Curioso, pensou, esta imagem difusa era o retrato mais fiel da amante. O Pedro, esse, nunca a iria conhecer assim. O namoro ia longo, os nove anos só podiam justificar a indecisão em assumir algo que nunca poderia resultar. A São sabia-o, o Pedro não.

A São era o reflexo e o reflexo era a São. Agora ficara tudo mais claro. Olhou para o seu próprio reflexo que teimava em acompanhar cadenciado o da amante. Num movimento brusco lançou o braço na água e com a mão espalhou o seu reflexo no dela. Ironia, passada a turbulência do gesto os reflexos regressaram afastados a provar que o desejo não venceria as leis da física.

“Assim não!” e, enquanto o dizia, tocou-lhe os lábios com a mão molhada a clamar por silêncio. Levantou-se e caminhou vigorosamente para o carro. Olhou para trás; a São já não estava lá e o reflexo também não.

Entrou no carro e deixou-se afundar no banco de cabedal. Iria jantar com os amigos, só isso lhe levantaria a moral. O Pedro estaria lá, e ainda bem. Agora sim, poderia olhá-lo de frente.

(a continuar)


Reflexo ... Pedro?

quinta-feira, dezembro 09, 2004

Homens na cidade - 2

Nega São

Parvo;
tropeço, escorrego, deslizo,
tivera antes sono e siso
e cairia eu em mim!
Parvo
por ver o que vi, não nego,
fosse surdo, mudo e cego
antes isso do que assim!
Parvo
por ser quem sou, serei
o último, o único, eu sei,
nem sim, nem não, mas “nim”!

(a continuar)


Refle São ...

Poema do Rui à namorada de ...

quarta-feira, dezembro 08, 2004

terça-feira, dezembro 07, 2004

Olhos em bico

Alguém pesquisou em ... japonês! O resultado foi o link ao Exacto:

イメージのみ表示 (traduzido no Google "Only image indication")


Confundiram-me com o Calimero; fica a intenção!

Homens na cidade - 1

Era mais um final de tarde de quarta-feira. Eles reuniam-se sempre para os jogos da taça dos clubes campeões europeus. O sítio nunca era certo. Hoje seria num restaurante espanhol.

Gonçalo: Então, estava há meia hora à tua espera!
Rui: Não precisas exagerar! Espero que já tenhas pedido as tapas ...
Gonçalo: Já as comi ... hahaha! Como vai ser a meias antecipei-me!
Rui: Pois ... diz isso ao Miguel ...
Gonçalo: Esse gajo já não vem ... vida de consultor, uma merda!

Gonçalo é engenheiro numa obra do metro. Está em Lisboa há 5 anos; veio do Porto com o sotaque serrado, é um estrangeirado. Rui é advogado. Está prestes a ser sócio o que lhe dá uma certa aura no núcleo de amigos. Este lisboeta viveu parte da sua juventude na Suiça para onde os pais se mudaram após o 25 de Abril. Teve sempre uma estrelinha o que o torna alvo de alguma inveja.

Rui: Pensava que o problema era a Sofia.
Gonçalo: Estás a gozar?
Rui: Porquê ... ela dá-lhe rédea curta! O gajo parece um cordeirinho ... mééé!
Gonçalo: (sorrindo) parece que não ... a Sofia já saiu de cena ...
Rui: Até que enfim; confesso-te que já me dava algum galo ... possessiva!
Gonçalo: Ontem o Miguel disse-me que o problema era na cama ...
Rui: Ele falou isso?
Gonçalo: Fiquei meio aparvalhado! A gaja mais quente da cidade e ...
Rui: Está tudo dito então! Quando um gajo fala da intimidade com a namorada ... acabou tudo!
Gonçalo: Viva a santa irmandade masculina ...
Rui: Brindo a isso ... pediste vinho?
Gonçalo: Ouve lá ... sou do norte! Aqui bebe-se cerveja ... Super Bock!
Rui: Venha ela ... mas depois, vinho!
Gonçalo: Porra ... só falta pedires para cheirares a rolha, Heidi!

(a continuar)


Pediste tapas?

segunda-feira, dezembro 06, 2004

Estar na onda

Digam lá se o fim-de-semana não foi óptimo? E se houvesse golfinhos seria assim ...

sexta-feira, dezembro 03, 2004

Terminator

Brevemente numa urna perto de si ...


I'll be back, Peter!

Design feito na plataforma Powerpoint e Paint ... quem não tem cão ...

Minority report

Um fim-de-semana com sol promete. Vou fazê-lo junto à costa bem de frente para a claridade. À direita o mar vai estar chão como que a sorrir para quem ali for, brindando-nos com reflexos foliões. A janela estará aberta ao cheiro da maresia que me abrirá o peito a inspirações profundas. Olharei o horizonte para confirmar se a resposta ainda lá está. Sei que vai ser assim, pressinto-o, será sem crime!



Enquanto o País espera eu avanço ...

Mousse de chocolate

Tudo o que não é norma é exótico; há belezas assim!

Naomi Campbell, o negro no seu esplendor!

quinta-feira, dezembro 02, 2004

Chat

Há conversas que não se esquecem pelo que se disse e se evitou. Há conversas inteligentes pelo rumo e conclusão. Há conversas que convencem pela lógica e emoção. Há conversas!


Quem fala?

Cobiça

Quando se tem tudo procura-se o impossível. Depois, o tempo oferece a ressaca da verdade. O supérfluo é aquilo que tivemos e dispensamos, o que a memória contorna por pudor com a nossa história.
Há muitas formas de ambição; as piores são as que comprometem outros, que lhes criam ambições que por certo não sonharam. O Homem é assim, “erracional”!


Paris Hilton, nem o luxo a cativa!



quarta-feira, dezembro 01, 2004

A verdade e o futuro

Só sei que nada sei!
A citação mantém-se actual embora a ignorância seja substancialmente maior ... e a túnica do outro era mais fashion!


Agora os gregos somos nós!

Princípio de Pedro

Em organizações burocráticas hierarquicamente estruturadas os funcionários tendem a ser promovidos ao nível máximo da sua incompetência.
Cultura, Figueira, Lisboa, Governo ... alguém tem dúvidas?


Pedro e o Lobo ...

Princípio de Peter, para quem não sabe vale a pena ler!

Maquiavel

O dia de hoje foi uma lição em estratégia política. Há 5 meses o País tinha um governo a recuperar uma herança complicada e uma oposição atolada no processo da Casa Pia. A saída de Durão obrigou Sampaio a decidir. E se aí foi lento ao tentar passar a imagem da dificuldade da decisão, foi agora fulminante para não deixar espaço a dúvidas. Na verdade, o que Sampaio fez foi evitar que Ferro fosse primeiro-ministro, garantir que Santana não governasse (e foram muitos os que ajudaram o presidente) e esperar pelo novo delfim socialista. Perfeito, as sondagens dão-lhe razão. Um presidente, um governo, uma maioria.



Muito pior do que não dar um rebuçado é tirá-lo antes de este acabar!

segunda-feira, novembro 29, 2004

Coluna

Hoje em dia só se autentica a verticalidade de um político com as razões da sua demissão. A eleição, essa, será sempre suspeita. Felizmente ainda vamos tendo boas surpresas no meio do pantanal político. Tivemo-la com António Vitorino, temo-la agora com Henrique Chaves. Não se discute aqui a qualidade técnica ou argúcia política; o que verdadeiramente interessa é a coluna.


Fica a dúvida: este homem era ministro?

Fica a pergunta: mas ele não conhecia bem o Santana?

domingo, novembro 28, 2004

Contexto

Nos comentários do post “Vazio, Cheio” alguém se insurgiu com o meu sentido estético. Que só colocava fotos de mulheres deslumbrantes, etc. Para que não restem dúvidas, fica aqui o retrado da D. Hermenegilda Bonifácia que é amiga do peito … provoquem-na …


Chamaste feia a quem?!

Inocência

Há uns tempos, a minha irmã foi a casa de uma amiga e levou a filha. Na cozinha, a meio da conversa a amiga ofereceu à miúda um pedacinho de pão. A minha irmã cortesmente disse à filha “O que se diz?” ao que ela prontamente respondeu “Manteiga!”.

(Aqui não coloco foto, fica esta situação hilariante!)

Gisela, baunilha e canela

Em honra ao País irmão que me tem visitado amiúde.


Deus quer, o homem sonha, a obra nasce …

Gisele Bundchen unplugged! La maja desnuda ...


(acompanhar com o video Clarity)

Vazio, Cheio

Há memórias enclausuradas
em sentimentos perdidos,
sonhos e promessas
pintadas em fachadas
de tempos idos;
e se recordar ou esquecer
não é escolha da vontade,
resta pedir meças,
saber se perder, vencer,
foi fado ou idade.


O poema é pobre, fica em clausura …



KARAOKE
(acompanhar com o video)


The Closest Thing To Crazy Lyrics
(Katie Melua)

How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?

CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own.
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.

How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?

(CHORUS)
...and being close to you, and being close to you.

sábado, novembro 27, 2004

Tu também


I'm the one! You too ...

(Integral: porque vocês merecem mesmo tudo ... cliquem em Vertigo, configurem o video, escolham a maior velocidade, façam Full Screen e gozem!)

sexta-feira, novembro 26, 2004

Adrenalina

Eram 5 horas. A praia estava deserta, nem a brisa a importunava. O impulso foi grande; ele nunca o soube explicar. Desceu os degraus que o levaram à areia e não resistiu a deixar a mão correr na rocha que acompanha a escadaria. Prazeres simples, estes, pensou, mas porventura os mais cheios.

Parou no último degrau e descalçou os mocassins. Avançou; um sorriso invadiu-lhe o rosto à medida que ia sentindo a areia aconchegar-lhe os pés. Há muito que precisava disto, seria Paz? Saiu dos pensamentos para fixar o mar, e que mar. Ao longe estava chão; ali, mesmo a quebrar na praia, a rebentação dava um ar da sua graça como uma criança a chamar a atenção.

Sentou-se. Enterrou os pés na areia até à bainha das calças; as mãos agarraram inconscientemente a areia que agora ele deixava escorrer devagar, sem que o olhar se perdesse nos ténues fios que criava, bastava-lhe sentir o formigueiro.

Olhou ao redor; nada, nem vivalma; perfeito, a praia seria só dele. Ao longe, bem no horizonte, o sol ameaçava despedir-se. O azul vivo fugia para Sul e o cinzento que anuncia a noite aproximava-se sem cerimónia de Norte.

Woolffff! Sobressaltou-se … o cão entrara na rebentação sem apelo nem agravo, de rompante, como faria qualquer herói que quisesse conquistar a praia. A adrenalina ainda iria aumentar. O pastor alemão, pachorrento, aproximava-se agora com a cabeça abaixo das espáduas … contudo a expressão não era de desafio, bem pelo contrário, o cão era manso. Estendeu a mão e fez-lhe festas; na nuca primeiro e depois na garganta; o cão, esse, nem se mexeu. Só a língua traía o prazer que dali tirou. Depois, sem aviso, sacudiu-se até se sentir seco …

- "Hahahaha! Desculpe, não resisti … coitado, ficou todo molhado! Tex, peça desculpa!"
Olhou-a, não era alta, os olhos azuis fixaram-no por momentos, o bastante para se sentir impressionado. Não seria incómodo, pelo contrário, seria antes atracção! Lembrou-se, alguém lhe falara que bastavam 7 segundos para haver um flash … seria?

Ela, pressentindo o perigo despediu-se com um “até já” meio a despropósito. Foi sentar-se a uns bons cem metros na direcção do pôr-do-sol. Ele perdeu-se na silhueta que se afastava enquanto o cão galgava a praia em percursos imaginados.

O cão voltava agora com um pau na boca; devolvera-o o mar e ele não lhe resistira. Largou-o junto ao homem e mirou-o a implorar por brincadeira. Ele levantou-se, agarrou no pau e atirou-o com toda a força que lhe veio, e o pau voou num movimento descoordenado até cair junto ao saco dela. Corou, não teria sido para ali que apontou …

O cão correu para lá. Agarrou no pau e regressou sem que o homem tivesse saído donde lançara. Largou novamente o pau. “Não, não era possível”” pensou, junto ao pau distinguiu nitidamente um anel. Pelo brilho seria ouro. Pegou nele e leu o nome que estava gravado no interior. Sorriu!

Foram cem metros intermináveis. O cão escoltava-o já com o pau na boca. Mesmo antes de a alcançar, ela virou-se e mostrou todo o esplendor … “magnífica!” … e, debruçando-se ao lado dela, abriu a mão e estendeu a palma onde repousava o anel ... “como sabias o meu nome?” indagou num sorriso tolo … a resposta foi pronta, sem receio, “porque estava à tua espera!”.


Este cão é um perigo … se o virem, fujam!

Reli a história e acho que vou mandá-la para a Maria ou para a TV Guia! Aceito sugestões …

quinta-feira, novembro 25, 2004

Anastacia Live

Fui ! Amanhã comento pois o programa ainda não acabou. Faltava-me algo, agora já sei o que é!


You! Sing it louder!

The voice ... a dela e a da Tina Turner!

quarta-feira, novembro 24, 2004

Proficiência

"Concorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das votações por maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa?"

Estão todos de acordo; a pergunta está mal feita! Assim, como já disse no Viva Espanha, proponho outras mais simples para que todos as entendam:

Igualdade: Das seguintes línguas qual é a que domina; inglês, francês ou alemão?
Fraternidade: Como se refere o seu primo emigrado em Paris aos locais? E aos familiares que deixou na “terra”?
Subsidiariedade: Acha que a transferência do poder para Madrid e outras capitais mais distantes vai beneficiar o País?
Cidadania: Quando vai a Inglaterra sente-se inglês ou indiano?
Justiça: Gostaria de ver um juiz espanhol a julgar o caso “Casa Pia”?
Economia: Acha que o euro permite ao governo português fazer o que quiser sem que isso desvalorize a moeda? Pensa o mesmo da oposição?

A unificação da Europa será a maior batalha diplomática da história. Titânica! O espírito é louvável, a recordação da guerra e a globalização obrigam a um crescimento sustentado. Fica a dúvida; será que a vontade de alguns criará nos povos o sentir de uma nação unificada? Será isso mais forte do que séculos de sangue, ódio e vontade? Para onde caminhamos? Alguém sabe?


Ukê?

Eleitor esclarecido!

terça-feira, novembro 23, 2004

Frappé

Faça férias cá dentro numa piscina perto de si ...



Caprice Bourret ... servir bem frio!

Briosa

Não conheço ninguém que não simpatize com a Académica. Há uma auréola de aventura e nobreza numa equipa que foi durante muito tempo composta por estudantes. Esse brilho já se perdeu na Universidade, no clube não!

Convidaram-me para o jogo Académica-Belenenses. Tinha 20 minutos para estar no estádio. Que esquecesse o jantar pois ia para o camarote presidencial e haveria comida no “lounge”. Estacionámos na garagem e o cartão VIP garantiu-nos a companhia de uma miúda sorridente até aos nossos lugares, um luxo! Mirei o estádio, como era belo. A pista de atletismo garantia a polivalência do complexo. Já ali tocaram os Rolling Stones. Sonhei, seria perfeito se para o ano ali visse os U2!

Um jogo à segunda-feira é sempre inesperado, meio fora de tempo. Talvez por isso o golo da primeira parte não significasse nada. O intervalo trouxe a comida quente que confesso devorei. Foram muitos os amigos que reencontrei e as mulheres marcavam presença como já não me lembrava de ver. O conforto dos estádios convenceu as famílias, nivelámos por cima. Espero que a aposta se traduza em mais espectáculo, sim, não sou despesista mas não enjeito o que já temos. Aproveitem-se os estádios e as suas condições para grandes eventos. Temos o clima e as estruturas. Estamos à espera do quê?

A segunda parte trouxe-me dois amargos de boca. O primeiro foi o empate em fora-de-jogo evidente. O segundo, mais grave, foi a distribuição de panfletos à saída. Aproximam-se as eleições do clube e um dos candidatos, o que não é presidente, presenteou-nos com um conjunto de impropérios impróprios de doutor, revi o boçal. Só por isso vale a pena não votar nele. (Mal ó) Académica se o elevas a tal! Depois o outro tem obra feita. Não o conheço, não me deve nada nem eu a ele, mas apetece-me apoiá-lo!

É nos momentos de glória que surgem os oportunistas e não raras vezes ficam com o quinhão. Esse é um dos males do nosso tempo, não o de haver oportunistas mas o de nada fazermos para os denunciar!



Quanto vale este ícone?