Não são permitidos animais: chatos, pessimistas, arrogantes, acéfalos ou outro tipo de parasitas...
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Estar na onda
Digam lá se o fim-de-semana não foi óptimo? E se houvesse golfinhos seria assim ...
sexta-feira, dezembro 03, 2004
Terminator
Brevemente numa urna perto de si ...
I'll be back, Peter!
Design feito na plataforma Powerpoint e Paint ... quem não tem cão ...
I'll be back, Peter!
Design feito na plataforma Powerpoint e Paint ... quem não tem cão ...
Minority report
Um fim-de-semana com sol promete. Vou fazê-lo junto à costa bem de frente para a claridade. À direita o mar vai estar chão como que a sorrir para quem ali for, brindando-nos com reflexos foliões. A janela estará aberta ao cheiro da maresia que me abrirá o peito a inspirações profundas. Olharei o horizonte para confirmar se a resposta ainda lá está. Sei que vai ser assim, pressinto-o, será sem crime!
Enquanto o País espera eu avanço ...
Enquanto o País espera eu avanço ...
Mousse de chocolate
Tudo o que não é norma é exótico; há belezas assim!
Naomi Campbell, o negro no seu esplendor!
Naomi Campbell, o negro no seu esplendor!
quinta-feira, dezembro 02, 2004
Chat
Há conversas que não se esquecem pelo que se disse e se evitou. Há conversas inteligentes pelo rumo e conclusão. Há conversas que convencem pela lógica e emoção. Há conversas!
Quem fala?
Quem fala?
Cobiça
Quando se tem tudo procura-se o impossível. Depois, o tempo oferece a ressaca da verdade. O supérfluo é aquilo que tivemos e dispensamos, o que a memória contorna por pudor com a nossa história.
Há muitas formas de ambição; as piores são as que comprometem outros, que lhes criam ambições que por certo não sonharam. O Homem é assim, “erracional”!
Paris Hilton, nem o luxo a cativa!
Há muitas formas de ambição; as piores são as que comprometem outros, que lhes criam ambições que por certo não sonharam. O Homem é assim, “erracional”!
Paris Hilton, nem o luxo a cativa!
quarta-feira, dezembro 01, 2004
A verdade e o futuro
Só sei que nada sei!
A citação mantém-se actual embora a ignorância seja substancialmente maior ... e a túnica do outro era mais fashion!
Agora os gregos somos nós!
A citação mantém-se actual embora a ignorância seja substancialmente maior ... e a túnica do outro era mais fashion!
Agora os gregos somos nós!
Princípio de Pedro
Em organizações burocráticas hierarquicamente estruturadas os funcionários tendem a ser promovidos ao nível máximo da sua incompetência.
Cultura, Figueira, Lisboa, Governo ... alguém tem dúvidas?
Pedro e o Lobo ...
Princípio de Peter, para quem não sabe vale a pena ler!
Cultura, Figueira, Lisboa, Governo ... alguém tem dúvidas?
Pedro e o Lobo ...
Princípio de Peter, para quem não sabe vale a pena ler!
Maquiavel
O dia de hoje foi uma lição em estratégia política. Há 5 meses o País tinha um governo a recuperar uma herança complicada e uma oposição atolada no processo da Casa Pia. A saída de Durão obrigou Sampaio a decidir. E se aí foi lento ao tentar passar a imagem da dificuldade da decisão, foi agora fulminante para não deixar espaço a dúvidas. Na verdade, o que Sampaio fez foi evitar que Ferro fosse primeiro-ministro, garantir que Santana não governasse (e foram muitos os que ajudaram o presidente) e esperar pelo novo delfim socialista. Perfeito, as sondagens dão-lhe razão. Um presidente, um governo, uma maioria.
Muito pior do que não dar um rebuçado é tirá-lo antes de este acabar!
Muito pior do que não dar um rebuçado é tirá-lo antes de este acabar!
segunda-feira, novembro 29, 2004
Coluna
Hoje em dia só se autentica a verticalidade de um político com as razões da sua demissão. A eleição, essa, será sempre suspeita. Felizmente ainda vamos tendo boas surpresas no meio do pantanal político. Tivemo-la com António Vitorino, temo-la agora com Henrique Chaves. Não se discute aqui a qualidade técnica ou argúcia política; o que verdadeiramente interessa é a coluna.
Fica a dúvida: este homem era ministro?
Fica a pergunta: mas ele não conhecia bem o Santana?
Fica a dúvida: este homem era ministro?
Fica a pergunta: mas ele não conhecia bem o Santana?
domingo, novembro 28, 2004
Contexto
Nos comentários do post “Vazio, Cheio” alguém se insurgiu com o meu sentido estético. Que só colocava fotos de mulheres deslumbrantes, etc. Para que não restem dúvidas, fica aqui o retrado da D. Hermenegilda Bonifácia que é amiga do peito … provoquem-na …
Chamaste feia a quem?!
Chamaste feia a quem?!
Inocência
Há uns tempos, a minha irmã foi a casa de uma amiga e levou a filha. Na cozinha, a meio da conversa a amiga ofereceu à miúda um pedacinho de pão. A minha irmã cortesmente disse à filha “O que se diz?” ao que ela prontamente respondeu “Manteiga!”.
(Aqui não coloco foto, fica esta situação hilariante!)
(Aqui não coloco foto, fica esta situação hilariante!)
Gisela, baunilha e canela
Em honra ao País irmão que me tem visitado amiúde.
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce …
Gisele Bundchen unplugged! La maja desnuda ...
(acompanhar com o video Clarity)
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce …
Gisele Bundchen unplugged! La maja desnuda ...
(acompanhar com o video Clarity)
Vazio, Cheio
Há memórias enclausuradas
em sentimentos perdidos,
sonhos e promessas
pintadas em fachadas
de tempos idos;
e se recordar ou esquecer
não é escolha da vontade,
resta pedir meças,
saber se perder, vencer,
foi fado ou idade.
O poema é pobre, fica em clausura …
KARAOKE
(acompanhar com o video)
The Closest Thing To Crazy Lyrics
(Katie Melua)
How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own.
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
(CHORUS)
...and being close to you, and being close to you.
em sentimentos perdidos,
sonhos e promessas
pintadas em fachadas
de tempos idos;
e se recordar ou esquecer
não é escolha da vontade,
resta pedir meças,
saber se perder, vencer,
foi fado ou idade.
O poema é pobre, fica em clausura …
KARAOKE
(acompanhar com o video)
The Closest Thing To Crazy Lyrics
(Katie Melua)
How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own.
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
(CHORUS)
...and being close to you, and being close to you.
sábado, novembro 27, 2004
Tu também
I'm the one! You too ...
(Integral: porque vocês merecem mesmo tudo ... cliquem em Vertigo, configurem o video, escolham a maior velocidade, façam Full Screen e gozem!)
sexta-feira, novembro 26, 2004
Adrenalina
Eram 5 horas. A praia estava deserta, nem a brisa a importunava. O impulso foi grande; ele nunca o soube explicar. Desceu os degraus que o levaram à areia e não resistiu a deixar a mão correr na rocha que acompanha a escadaria. Prazeres simples, estes, pensou, mas porventura os mais cheios.
Parou no último degrau e descalçou os mocassins. Avançou; um sorriso invadiu-lhe o rosto à medida que ia sentindo a areia aconchegar-lhe os pés. Há muito que precisava disto, seria Paz? Saiu dos pensamentos para fixar o mar, e que mar. Ao longe estava chão; ali, mesmo a quebrar na praia, a rebentação dava um ar da sua graça como uma criança a chamar a atenção.
Sentou-se. Enterrou os pés na areia até à bainha das calças; as mãos agarraram inconscientemente a areia que agora ele deixava escorrer devagar, sem que o olhar se perdesse nos ténues fios que criava, bastava-lhe sentir o formigueiro.
Olhou ao redor; nada, nem vivalma; perfeito, a praia seria só dele. Ao longe, bem no horizonte, o sol ameaçava despedir-se. O azul vivo fugia para Sul e o cinzento que anuncia a noite aproximava-se sem cerimónia de Norte.
Woolffff! Sobressaltou-se … o cão entrara na rebentação sem apelo nem agravo, de rompante, como faria qualquer herói que quisesse conquistar a praia. A adrenalina ainda iria aumentar. O pastor alemão, pachorrento, aproximava-se agora com a cabeça abaixo das espáduas … contudo a expressão não era de desafio, bem pelo contrário, o cão era manso. Estendeu a mão e fez-lhe festas; na nuca primeiro e depois na garganta; o cão, esse, nem se mexeu. Só a língua traía o prazer que dali tirou. Depois, sem aviso, sacudiu-se até se sentir seco …
- "Hahahaha! Desculpe, não resisti … coitado, ficou todo molhado! Tex, peça desculpa!"
Olhou-a, não era alta, os olhos azuis fixaram-no por momentos, o bastante para se sentir impressionado. Não seria incómodo, pelo contrário, seria antes atracção! Lembrou-se, alguém lhe falara que bastavam 7 segundos para haver um flash … seria?
Ela, pressentindo o perigo despediu-se com um “até já” meio a despropósito. Foi sentar-se a uns bons cem metros na direcção do pôr-do-sol. Ele perdeu-se na silhueta que se afastava enquanto o cão galgava a praia em percursos imaginados.
O cão voltava agora com um pau na boca; devolvera-o o mar e ele não lhe resistira. Largou-o junto ao homem e mirou-o a implorar por brincadeira. Ele levantou-se, agarrou no pau e atirou-o com toda a força que lhe veio, e o pau voou num movimento descoordenado até cair junto ao saco dela. Corou, não teria sido para ali que apontou …
O cão correu para lá. Agarrou no pau e regressou sem que o homem tivesse saído donde lançara. Largou novamente o pau. “Não, não era possível”” pensou, junto ao pau distinguiu nitidamente um anel. Pelo brilho seria ouro. Pegou nele e leu o nome que estava gravado no interior. Sorriu!
Foram cem metros intermináveis. O cão escoltava-o já com o pau na boca. Mesmo antes de a alcançar, ela virou-se e mostrou todo o esplendor … “magnífica!” … e, debruçando-se ao lado dela, abriu a mão e estendeu a palma onde repousava o anel ... “como sabias o meu nome?” indagou num sorriso tolo … a resposta foi pronta, sem receio, “porque estava à tua espera!”.
Este cão é um perigo … se o virem, fujam!
Reli a história e acho que vou mandá-la para a Maria ou para a TV Guia! Aceito sugestões …
Parou no último degrau e descalçou os mocassins. Avançou; um sorriso invadiu-lhe o rosto à medida que ia sentindo a areia aconchegar-lhe os pés. Há muito que precisava disto, seria Paz? Saiu dos pensamentos para fixar o mar, e que mar. Ao longe estava chão; ali, mesmo a quebrar na praia, a rebentação dava um ar da sua graça como uma criança a chamar a atenção.
Sentou-se. Enterrou os pés na areia até à bainha das calças; as mãos agarraram inconscientemente a areia que agora ele deixava escorrer devagar, sem que o olhar se perdesse nos ténues fios que criava, bastava-lhe sentir o formigueiro.
Olhou ao redor; nada, nem vivalma; perfeito, a praia seria só dele. Ao longe, bem no horizonte, o sol ameaçava despedir-se. O azul vivo fugia para Sul e o cinzento que anuncia a noite aproximava-se sem cerimónia de Norte.
Woolffff! Sobressaltou-se … o cão entrara na rebentação sem apelo nem agravo, de rompante, como faria qualquer herói que quisesse conquistar a praia. A adrenalina ainda iria aumentar. O pastor alemão, pachorrento, aproximava-se agora com a cabeça abaixo das espáduas … contudo a expressão não era de desafio, bem pelo contrário, o cão era manso. Estendeu a mão e fez-lhe festas; na nuca primeiro e depois na garganta; o cão, esse, nem se mexeu. Só a língua traía o prazer que dali tirou. Depois, sem aviso, sacudiu-se até se sentir seco …
- "Hahahaha! Desculpe, não resisti … coitado, ficou todo molhado! Tex, peça desculpa!"
Olhou-a, não era alta, os olhos azuis fixaram-no por momentos, o bastante para se sentir impressionado. Não seria incómodo, pelo contrário, seria antes atracção! Lembrou-se, alguém lhe falara que bastavam 7 segundos para haver um flash … seria?
Ela, pressentindo o perigo despediu-se com um “até já” meio a despropósito. Foi sentar-se a uns bons cem metros na direcção do pôr-do-sol. Ele perdeu-se na silhueta que se afastava enquanto o cão galgava a praia em percursos imaginados.
O cão voltava agora com um pau na boca; devolvera-o o mar e ele não lhe resistira. Largou-o junto ao homem e mirou-o a implorar por brincadeira. Ele levantou-se, agarrou no pau e atirou-o com toda a força que lhe veio, e o pau voou num movimento descoordenado até cair junto ao saco dela. Corou, não teria sido para ali que apontou …
O cão correu para lá. Agarrou no pau e regressou sem que o homem tivesse saído donde lançara. Largou novamente o pau. “Não, não era possível”” pensou, junto ao pau distinguiu nitidamente um anel. Pelo brilho seria ouro. Pegou nele e leu o nome que estava gravado no interior. Sorriu!
Foram cem metros intermináveis. O cão escoltava-o já com o pau na boca. Mesmo antes de a alcançar, ela virou-se e mostrou todo o esplendor … “magnífica!” … e, debruçando-se ao lado dela, abriu a mão e estendeu a palma onde repousava o anel ... “como sabias o meu nome?” indagou num sorriso tolo … a resposta foi pronta, sem receio, “porque estava à tua espera!”.
Este cão é um perigo … se o virem, fujam!
Reli a história e acho que vou mandá-la para a Maria ou para a TV Guia! Aceito sugestões …
quinta-feira, novembro 25, 2004
Anastacia Live
Fui lá! Amanhã comento pois o programa ainda não acabou. Faltava-me algo, agora já sei o que é!
You! Sing it louder!
The voice ... a dela e a da Tina Turner!
You! Sing it louder!
The voice ... a dela e a da Tina Turner!
quarta-feira, novembro 24, 2004
Proficiência
"Concorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das votações por maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa?"
Estão todos de acordo; a pergunta está mal feita! Assim, como já disse no Viva Espanha, proponho outras mais simples para que todos as entendam:
Igualdade: Das seguintes línguas qual é a que domina; inglês, francês ou alemão?
Fraternidade: Como se refere o seu primo emigrado em Paris aos locais? E aos familiares que deixou na “terra”?
Subsidiariedade: Acha que a transferência do poder para Madrid e outras capitais mais distantes vai beneficiar o País?
Cidadania: Quando vai a Inglaterra sente-se inglês ou indiano?
Justiça: Gostaria de ver um juiz espanhol a julgar o caso “Casa Pia”?
Economia: Acha que o euro permite ao governo português fazer o que quiser sem que isso desvalorize a moeda? Pensa o mesmo da oposição?
A unificação da Europa será a maior batalha diplomática da história. Titânica! O espírito é louvável, a recordação da guerra e a globalização obrigam a um crescimento sustentado. Fica a dúvida; será que a vontade de alguns criará nos povos o sentir de uma nação unificada? Será isso mais forte do que séculos de sangue, ódio e vontade? Para onde caminhamos? Alguém sabe?
Ukê?
Eleitor esclarecido!
Estão todos de acordo; a pergunta está mal feita! Assim, como já disse no Viva Espanha, proponho outras mais simples para que todos as entendam:
Igualdade: Das seguintes línguas qual é a que domina; inglês, francês ou alemão?
Fraternidade: Como se refere o seu primo emigrado em Paris aos locais? E aos familiares que deixou na “terra”?
Subsidiariedade: Acha que a transferência do poder para Madrid e outras capitais mais distantes vai beneficiar o País?
Cidadania: Quando vai a Inglaterra sente-se inglês ou indiano?
Justiça: Gostaria de ver um juiz espanhol a julgar o caso “Casa Pia”?
Economia: Acha que o euro permite ao governo português fazer o que quiser sem que isso desvalorize a moeda? Pensa o mesmo da oposição?
A unificação da Europa será a maior batalha diplomática da história. Titânica! O espírito é louvável, a recordação da guerra e a globalização obrigam a um crescimento sustentado. Fica a dúvida; será que a vontade de alguns criará nos povos o sentir de uma nação unificada? Será isso mais forte do que séculos de sangue, ódio e vontade? Para onde caminhamos? Alguém sabe?
Ukê?
Eleitor esclarecido!
terça-feira, novembro 23, 2004
Frappé
Faça férias cá dentro numa piscina perto de si ...
Caprice Bourret ... servir bem frio!
Caprice Bourret ... servir bem frio!
Briosa
Não conheço ninguém que não simpatize com a Académica. Há uma auréola de aventura e nobreza numa equipa que foi durante muito tempo composta por estudantes. Esse brilho já se perdeu na Universidade, no clube não!
Convidaram-me para o jogo Académica-Belenenses. Tinha 20 minutos para estar no estádio. Que esquecesse o jantar pois ia para o camarote presidencial e haveria comida no “lounge”. Estacionámos na garagem e o cartão VIP garantiu-nos a companhia de uma miúda sorridente até aos nossos lugares, um luxo! Mirei o estádio, como era belo. A pista de atletismo garantia a polivalência do complexo. Já ali tocaram os Rolling Stones. Sonhei, seria perfeito se para o ano ali visse os U2!
Um jogo à segunda-feira é sempre inesperado, meio fora de tempo. Talvez por isso o golo da primeira parte não significasse nada. O intervalo trouxe a comida quente que confesso devorei. Foram muitos os amigos que reencontrei e as mulheres marcavam presença como já não me lembrava de ver. O conforto dos estádios convenceu as famílias, nivelámos por cima. Espero que a aposta se traduza em mais espectáculo, sim, não sou despesista mas não enjeito o que já temos. Aproveitem-se os estádios e as suas condições para grandes eventos. Temos o clima e as estruturas. Estamos à espera do quê?
A segunda parte trouxe-me dois amargos de boca. O primeiro foi o empate em fora-de-jogo evidente. O segundo, mais grave, foi a distribuição de panfletos à saída. Aproximam-se as eleições do clube e um dos candidatos, o que não é presidente, presenteou-nos com um conjunto de impropérios impróprios de doutor, revi o boçal. Só por isso vale a pena não votar nele. (Mal ó) Académica se o elevas a tal! Depois o outro tem obra feita. Não o conheço, não me deve nada nem eu a ele, mas apetece-me apoiá-lo!
É nos momentos de glória que surgem os oportunistas e não raras vezes ficam com o quinhão. Esse é um dos males do nosso tempo, não o de haver oportunistas mas o de nada fazermos para os denunciar!
Quanto vale este ícone?
Convidaram-me para o jogo Académica-Belenenses. Tinha 20 minutos para estar no estádio. Que esquecesse o jantar pois ia para o camarote presidencial e haveria comida no “lounge”. Estacionámos na garagem e o cartão VIP garantiu-nos a companhia de uma miúda sorridente até aos nossos lugares, um luxo! Mirei o estádio, como era belo. A pista de atletismo garantia a polivalência do complexo. Já ali tocaram os Rolling Stones. Sonhei, seria perfeito se para o ano ali visse os U2!
Um jogo à segunda-feira é sempre inesperado, meio fora de tempo. Talvez por isso o golo da primeira parte não significasse nada. O intervalo trouxe a comida quente que confesso devorei. Foram muitos os amigos que reencontrei e as mulheres marcavam presença como já não me lembrava de ver. O conforto dos estádios convenceu as famílias, nivelámos por cima. Espero que a aposta se traduza em mais espectáculo, sim, não sou despesista mas não enjeito o que já temos. Aproveitem-se os estádios e as suas condições para grandes eventos. Temos o clima e as estruturas. Estamos à espera do quê?
A segunda parte trouxe-me dois amargos de boca. O primeiro foi o empate em fora-de-jogo evidente. O segundo, mais grave, foi a distribuição de panfletos à saída. Aproximam-se as eleições do clube e um dos candidatos, o que não é presidente, presenteou-nos com um conjunto de impropérios impróprios de doutor, revi o boçal. Só por isso vale a pena não votar nele. (Mal ó) Académica se o elevas a tal! Depois o outro tem obra feita. Não o conheço, não me deve nada nem eu a ele, mas apetece-me apoiá-lo!
É nos momentos de glória que surgem os oportunistas e não raras vezes ficam com o quinhão. Esse é um dos males do nosso tempo, não o de haver oportunistas mas o de nada fazermos para os denunciar!
Quanto vale este ícone?
Me, alhada e outros sabores!
Na passada sexta-feira apareci de surpresa no jantar do primeiro aniversário do blog AfundaSão! Estava à espera de tudo menos daquilo! Entrei tarde, já a placa “encerrado” inibia a entrada aos mais afoitos. Pedi desculpa, que sim, que era um dos comensais bloguistas. Olharam-me com espanto e perguntaram, “é amigo da São!”. Anuí, claro que era! "Abre-te Sésamo" e levaram-me à sala onde decorria o repasto. Eu e o Vasco, assim se chama o meu amigo, passámos ali de rompante a meu pedido já que tínhamos outro programa em Coimbra, esse sim, inadiável.
Na sala a algazarra era grande. A comida acabara-se e restava o vinho, a rodos! Uns de pé, outros sentados e a música seguia a bom ritmo, não faltava mesmo o ecrã onde se projectavam as letras, e que letras. Bocage teria corado, eu não! Cantei também, bem alto, que a letra permitia desafinanços!
Olharam-nos desconfiados, claro, pela pinta ou éramos modelos da Osklen ou membros da PJ. Escolheram o mais difícil, seríamos da PJ! Depois apresentei-me. Exacto, João Mãos de Tesoura? Quem era este? Não fosse a Gotinha reconhecer-me e teria saído dali de rastos ... nem que para isso me socorresse do vinho!
Passadas as apresentações, mais tarde em detalhe pela Gotinha “elle même” (oh! meus amigos ... o Goto que me perdoe!), sentei-me junto da Karla Vainessa que “mui gentilmente” me foi dando conta do acontecimento.
Falaram em pagar, que éramos todos solidários. Fiz sinal ao Vasco, levantei-me e disse algo brilhante ou nem por isso, mas deixaram-nos ir não sem antes assinar um poema declamado com ardor pelo Orca.
Gostei do que vi; há muitos condóminos que se conhecem pior, afinal era mesmo real, cada vez gosto mais disto!
- São Rosas, senhor!
- Bem vejo ...
Consegui a muito custo esta foto da São. Lá no fundo, lá no fundo, não passa de uma tímida, percebe-se bem porquê! Dá Deus nozes ...
Na sala a algazarra era grande. A comida acabara-se e restava o vinho, a rodos! Uns de pé, outros sentados e a música seguia a bom ritmo, não faltava mesmo o ecrã onde se projectavam as letras, e que letras. Bocage teria corado, eu não! Cantei também, bem alto, que a letra permitia desafinanços!
Olharam-nos desconfiados, claro, pela pinta ou éramos modelos da Osklen ou membros da PJ. Escolheram o mais difícil, seríamos da PJ! Depois apresentei-me. Exacto, João Mãos de Tesoura? Quem era este? Não fosse a Gotinha reconhecer-me e teria saído dali de rastos ... nem que para isso me socorresse do vinho!
Passadas as apresentações, mais tarde em detalhe pela Gotinha “elle même” (oh! meus amigos ... o Goto que me perdoe!), sentei-me junto da Karla Vainessa que “mui gentilmente” me foi dando conta do acontecimento.
Falaram em pagar, que éramos todos solidários. Fiz sinal ao Vasco, levantei-me e disse algo brilhante ou nem por isso, mas deixaram-nos ir não sem antes assinar um poema declamado com ardor pelo Orca.
Gostei do que vi; há muitos condóminos que se conhecem pior, afinal era mesmo real, cada vez gosto mais disto!
- São Rosas, senhor!
- Bem vejo ...
Consegui a muito custo esta foto da São. Lá no fundo, lá no fundo, não passa de uma tímida, percebe-se bem porquê! Dá Deus nozes ...
domingo, novembro 21, 2004
Outgoing
Aproxima-se a melhor altura do ano para se gozarem as merecidas férias. Nada como fugir no Inverno para destinos exóticos; praias turquesas, temperaturas tórridas, mergulhos em recifes e bebidas fumarentas. Compreendo a procura do social nas estâncias de Inverno, mas não entendo ir para férias para me vestir mais ainda! Nada como a informalidade do Verão. E só de pensar que tiritam em Portugal enquanto eu torro, o gozo sobe de escala! Lá no fundo, bem no fundo, precisamos todos de alguns argumentos para nos sentirmos privilegiados.
Sai-se de Portugal e muda-se o paradigma. Só isso dispensa a necessidade da primeira semana para alheamento do dia-a-dia. Sou assim, aqui no burgo demoro mais tempo a desligar. A arte reside na capacidade de nos mantermos afastados até ao momento da chegada sem o peso do dia de amanhã.
E se a escolha for bem feita teremos poucas hipóteses de encontrar o colega, o vizinho ou um conhecido que se espera não estar ali. Depois não levamos o telemóvel. Telefonamos nós porque quem cá fica não precisa de interromper o nosso deleite. Se for chatice adia-se e se for prazer ignora-se, afinal já estamos no paraíso!
A companhia, essa, ficará indelevelmente ligada ao destino. E em matéria de memórias as férias serão sempre a matriz, e tudo o resto gravitará à volta delas bem ao contrário da vida.
Em férias sou miúdo ...
E o teu destino qual é?
Sai-se de Portugal e muda-se o paradigma. Só isso dispensa a necessidade da primeira semana para alheamento do dia-a-dia. Sou assim, aqui no burgo demoro mais tempo a desligar. A arte reside na capacidade de nos mantermos afastados até ao momento da chegada sem o peso do dia de amanhã.
E se a escolha for bem feita teremos poucas hipóteses de encontrar o colega, o vizinho ou um conhecido que se espera não estar ali. Depois não levamos o telemóvel. Telefonamos nós porque quem cá fica não precisa de interromper o nosso deleite. Se for chatice adia-se e se for prazer ignora-se, afinal já estamos no paraíso!
A companhia, essa, ficará indelevelmente ligada ao destino. E em matéria de memórias as férias serão sempre a matriz, e tudo o resto gravitará à volta delas bem ao contrário da vida.
Em férias sou miúdo ...
E o teu destino qual é?
sábado, novembro 20, 2004
Thoughts
Hmmm! A tua provocação João merece resposta! Sabes que somos melhores, de outra forma não nos provocarias?! Não, não me parece que seja isso … só queres ver até aonde vamos … sacaninha. Sendo assim espera pela resposta … não, assim vais pensar que somos insensíveis. Claro que somos, doutra forma como poderíamos ter filhos … sensíveis são vocês, medrosos, sem uma mulher por perto sentem-se perdidos. Tudo bem, mas sem vocês o que seria de nós … tricas e mais tricas … ah! João! A tua pergunta tem água no bico. Sei lá, vocês são o nosso mundo, confesso, são! E isso irrita-me, ter de admiti-lo, logo a ti que sorris quando falo … ok! ok! Vou lá ao teu post “Donne” deixar a minha marca …. depois aguenta-te à bronca. Raios, sei que te aguentas … pára de sorrir! Hmmm!
O que ele merece ...
Era uma vez uma mulher azul num país azul. Conduzia um carro azul numa estrada azul. Teve um acidente azul e foi levada para um hospital azul. Acordou num quarto azul, deitada numa cama azul. De repente entra um enfermeiro vermelho … que não é desta história.
O que ele merece ...
Era uma vez uma mulher azul num país azul. Conduzia um carro azul numa estrada azul. Teve um acidente azul e foi levada para um hospital azul. Acordou num quarto azul, deitada numa cama azul. De repente entra um enfermeiro vermelho … que não é desta história.
sexta-feira, novembro 19, 2004
Audácia
Fios, dezenas, milhares, invisíveis e que por vezes nos condicionam a vida. O emaranhado aumenta com a indecisão, com a complacência, com a cobardia. Ontem foi “sim” , hoje é “não”, amanhã será “talvez”!
Resoluto! Perseverante! Perspicaz! Tudo isso e algo mais, marioneta nunca! Recuso esse papel, para mim ou para os meus! Uma história é feita de ambição e coragem, mesmo as nossas. Tudo com conta, peso e medida. Não haverá Mulher que exija menos, e ainda bem!
Ainda falando de audácia; o desafio foi lançado no post anterior. Digam de vossa justiça!
Aiuto ... I'm feeling silly!
Enquanto pensas eu vou para a noite ... que se faz cedo!
Resoluto! Perseverante! Perspicaz! Tudo isso e algo mais, marioneta nunca! Recuso esse papel, para mim ou para os meus! Uma história é feita de ambição e coragem, mesmo as nossas. Tudo com conta, peso e medida. Não haverá Mulher que exija menos, e ainda bem!
Ainda falando de audácia; o desafio foi lançado no post anterior. Digam de vossa justiça!
Aiuto ... I'm feeling silly!
Enquanto pensas eu vou para a noite ... que se faz cedo!
quinta-feira, novembro 18, 2004
Donne
Mulheres, mulheres. O maior erro que posso cometer é tentar escrever sobre elas. Aliás, eu e qualquer homem.
E se há coisa em que as mulheres nos ultrapassam é no esoterismo. Só isso pode explicar que a mudança de humor num homem possa ser tida como doença bipolar e numa mulher seja considerada um estado de espírito momentâneo. Será confluência positiva dos astros se é ânimo e negativa se é tristeza. Consultem-se os horóscopos do dia; aí, não haverá mulher que não se reencontre, nem que seja numa curta frase no meio do parágrafo. Basta isso para se sentir compreendida ...
E se há coisa que admiro nas mulheres são as suas convicções. E essas, meus amigos, comandam o mundo. Casa, alimentação, carro, filhos, escolas, férias são na maioria da sua decisão. Nós, homens, ficamos sempre com a ilusão que lhes fazemos a vontade ...
E se há coisa em que nós homens somos diferentes é na negociação. A nossa apetência pelo poder faz-nos trabalhar no cinzento. Uma mulher não; não tem tempo! O branco o preto chegam-lhe. Faz 10 coisas em simultâneo e, só por isso, tem de tomar decisões. E uma vez tomada …
E se há coisa que vou fazer é parar de as descrever. Quando o adversário é mais forte temos de aplicar as técnicas do judo. Elas que comentem como são, se é que querem …
Nunca o nome de uma mulher esteve tão perto da verdade … Kidman!
How to Dismantle an Atomic Bomb … o video Vertigo é imperdível!
KARAOKE
(Vertigo, U2)
Uno, dos, tres, catorce
(Turn it up loud, captain)
Lights go down
It's dark, the jungle is
Your head can't rule your heart
I'm feeling so much stronger
Than I thought
Your eyes are wide
And though your soul
It can't be bought
Your mind can wander
(CHORUS)
Hello, hello (¡Hola!)
I'm at a place called Vertigo (¿Dónde está?)
It's everything I wish I didn't know
Except you give me something
I can feel, feel
The night is full of holes
These bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the boys
Play rock and roll
They know that they can't dance
At least they know
I can't stand the beats
I'm asking for the check
The girl with crimson nails
Has Jesus around her neck
Swinging to the music
(CHORUS)
(Checking it)
(Shadows fall)
(She'll make it)
All this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All this, all of this can be yours
Just give me what I want
And no one gets hurt
(CHORUS)
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how
How to kneel, kneel
P.S. I won’t kneel … I just lay down if you do! We are Peers not half’s!
E se há coisa em que as mulheres nos ultrapassam é no esoterismo. Só isso pode explicar que a mudança de humor num homem possa ser tida como doença bipolar e numa mulher seja considerada um estado de espírito momentâneo. Será confluência positiva dos astros se é ânimo e negativa se é tristeza. Consultem-se os horóscopos do dia; aí, não haverá mulher que não se reencontre, nem que seja numa curta frase no meio do parágrafo. Basta isso para se sentir compreendida ...
E se há coisa que admiro nas mulheres são as suas convicções. E essas, meus amigos, comandam o mundo. Casa, alimentação, carro, filhos, escolas, férias são na maioria da sua decisão. Nós, homens, ficamos sempre com a ilusão que lhes fazemos a vontade ...
E se há coisa em que nós homens somos diferentes é na negociação. A nossa apetência pelo poder faz-nos trabalhar no cinzento. Uma mulher não; não tem tempo! O branco o preto chegam-lhe. Faz 10 coisas em simultâneo e, só por isso, tem de tomar decisões. E uma vez tomada …
E se há coisa que vou fazer é parar de as descrever. Quando o adversário é mais forte temos de aplicar as técnicas do judo. Elas que comentem como são, se é que querem …
Nunca o nome de uma mulher esteve tão perto da verdade … Kidman!
How to Dismantle an Atomic Bomb … o video Vertigo é imperdível!
KARAOKE
(Vertigo, U2)
Uno, dos, tres, catorce
(Turn it up loud, captain)
Lights go down
It's dark, the jungle is
Your head can't rule your heart
I'm feeling so much stronger
Than I thought
Your eyes are wide
And though your soul
It can't be bought
Your mind can wander
(CHORUS)
Hello, hello (¡Hola!)
I'm at a place called Vertigo (¿Dónde está?)
It's everything I wish I didn't know
Except you give me something
I can feel, feel
The night is full of holes
These bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the boys
Play rock and roll
They know that they can't dance
At least they know
I can't stand the beats
I'm asking for the check
The girl with crimson nails
Has Jesus around her neck
Swinging to the music
(CHORUS)
(Checking it)
(Shadows fall)
(She'll make it)
All this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All this, all of this can be yours
Just give me what I want
And no one gets hurt
(CHORUS)
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how
How to kneel, kneel
P.S. I won’t kneel … I just lay down if you do! We are Peers not half’s!
quarta-feira, novembro 17, 2004
Uomini
Este é o maior desafio que vos farei, às leitoras claro. Falem-me do vosso homem ideal e por favor não se restrinjam ao aspecto emocional …
A selecção foi minha a pensar em vocês … devo ter dado mais um tiro ao lado do porta-aviões!
Pensei colocar a minha foto ... recupero a desvantagem com mais 15 minutos de conversa!
Ok! Ok! Fui sobranceiro … que querem, eles estavam a pedi-las!
A selecção foi minha a pensar em vocês … devo ter dado mais um tiro ao lado do porta-aviões!
Pensei colocar a minha foto ... recupero a desvantagem com mais 15 minutos de conversa!
Ok! Ok! Fui sobranceiro … que querem, eles estavam a pedi-las!
Letal
Porque nós merecemos!
Are you talking to me?
No, I’m just fixed on you! Are you a snake?
Are you talking to me?
No, I’m just fixed on you! Are you a snake?
Freedom
Era uma vez uma águia que andava em voo circular à procura de alimento. Vislumbrou ao longe outra ave. Parecia ser outra águia pelo que ambas se aproximaram. O soberbo da primeira e a envergadura da segunda foram razões bastantes para a corte. Embora enorme, a segunda águia era de uma doçura invulgar para um macho dominante. A fêmea, essa, facilitou sempre a aproximação. Pousaram no cercado e miraram-se com mais calma. Estavam agora lado a lado. O macho mais determinado avançou e afagou as penas da fêmea que lhe retribuiu o gesto timidamente. Voltaram a voar e a cena repetiu-se ainda por alguns dias.
Certa vez o macho viu a fêmea ao longe com outro pássaro. Acercou-se. Não, não podia ser. Afinal eram duas pombas. Voavam em sintonia embora a fêmea parecesse triste. Esta, ao ver a águia fugiu para o cercado. O pombo macho nunca teria hipóteses. Na pressa da fuga este foi esconder-se no pombal, reduto seu e da fêmea. Ali só o pombo se sentia feliz e mesmo este saberia mais tarde que nem isso era ou fora. Bom pombo, nunca pensou que a fêmea precisasse ser mais do que ser pomba. E precisava. Era uma águia. E não estava ali!
A fêmea estava agora no cercado esperando a águia placidamente. Esta abeirou-se. A fêmea parecia distante, indecisa e insegura. Tomara uma decisão. Partiria para o pombal não sem antes se despedir da águia. Miraram-se. A pomba nunca seria águia, pensou. Estava enganada. A águia percebeu o momento e afastou-se num voo majestoso. A pomba, essa, deixou cair uma lágrima, faltava-lhe a coragem e a paixão. A águia era grande, só agora o percebera.
A águia continuou a voar sobre os campos sem mais importunar os pombos. Não demorou muito a vê-los afastados em pombais diferentes. A pomba sonhava agora com a águia. Mas onde andava ela?
Porque as leitoras merecem …
Adorava ler agora os vossos comentários!
ok! ok! Uma de cada vez!
Certa vez o macho viu a fêmea ao longe com outro pássaro. Acercou-se. Não, não podia ser. Afinal eram duas pombas. Voavam em sintonia embora a fêmea parecesse triste. Esta, ao ver a águia fugiu para o cercado. O pombo macho nunca teria hipóteses. Na pressa da fuga este foi esconder-se no pombal, reduto seu e da fêmea. Ali só o pombo se sentia feliz e mesmo este saberia mais tarde que nem isso era ou fora. Bom pombo, nunca pensou que a fêmea precisasse ser mais do que ser pomba. E precisava. Era uma águia. E não estava ali!
A fêmea estava agora no cercado esperando a águia placidamente. Esta abeirou-se. A fêmea parecia distante, indecisa e insegura. Tomara uma decisão. Partiria para o pombal não sem antes se despedir da águia. Miraram-se. A pomba nunca seria águia, pensou. Estava enganada. A águia percebeu o momento e afastou-se num voo majestoso. A pomba, essa, deixou cair uma lágrima, faltava-lhe a coragem e a paixão. A águia era grande, só agora o percebera.
A águia continuou a voar sobre os campos sem mais importunar os pombos. Não demorou muito a vê-los afastados em pombais diferentes. A pomba sonhava agora com a águia. Mas onde andava ela?
Porque as leitoras merecem …
Adorava ler agora os vossos comentários!
ok! ok! Uma de cada vez!
segunda-feira, novembro 15, 2004
Clone
A pedido da Tati, e com a distância crítica que a mim reservo, respondo com esta imagem ao desafio que me lançou nos comentários do post anterior. Miúdas, desfrutai!
Outono
Haverá melhor maneira de começar a semana?
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